sábado, 25 de janeiro de 2014

Sou um tipo ciumento

Há algum tempo, não sabendo eu precisar quando (sei exactamente o dia, a hora, o minuto e, talvez, até o segundo…sei), um sujeito com pouco amor à vida decidiu que a minha mulher estava disponível para ser abraçada por alguém que não eu, ou alguém da família\amigos. A coisa passou-se, resolveu-se misteriosamente e, sabe-se lá porquê, nunca mais foi referida… Até hoje.

Estávamos todos reunidos numa padaria perto de toda a gente (sim, eu gosto da Padaria Portuguesa), quando um jovem, mesmo novinho, esbarrou de frente com a minha perdição. Na brincadeira, um amigo meu proferiu um “E nunca mais foi visto com vida…” enquanto me apertava o trapézio.

Ri-me e olhei para a CB que, nesse momento, decidiu defender-me cegamente.

“Ele já não é assim tão ciumento. Vocês são uns exagerados. Por exemplo…:”

E começou a contar a história do colega que a tinha tentado abordar intimamente, sem poupar detalhes, finalizando com um: “O Manuel não fez nada, nem falámos mais disso.”

Ahm… Pois.


A verdade é que fiz e o senhor ficou muito bem impressionado. 

A minha mulher é uma SANTA. 

3 palmadinhas no ombro:

Lia disse...

A tua mulher não é santa... é só (talvez) desconhecedora de alguns pormenores :p

(aquele momento em que eu nunca pensei que fosses ciumento ahaha)

luís rodrigues coelho Coelho disse...

O ciume será uma doença ou um travão? Um remédio para certos abusos e abusadores...??

Manuel disse...

Lia, eu sou doente no que toca aos ciúmes, sem exageros :) . E ela conhece, acho que nem pensou na situação. Agora ficou a saber :D.

Luís, no caso específico, sem dúvida que foi um remédio para o magano...